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20 Personagens que Não Precisavam ter Morrido - Parte 2

E vamos a segunda parte de nosso especial de 20 personagens que não precisavam morrer. Foi dificil colocar somente 20 aqui, afinal livros e personagens não faltam, então comentei sobre os que mais chocaram a mim mesmo e as pessoas que conheço e que são próximas a mim. 

Durante a criação da lista uma coisa fica bem clara, Harry Potter é o campeão de mortes de personagens queridos. São tantos que quase consigo listar 20 somente da saga. Isso ocorre não somente porque J.K Rowling é cruel e gosta de fazer seus fãs sofrerem, mas porque ela desenvolvia muito bem a personalidade de todo mundo e uma série longa como essa, que tem 7 livros ao todo, fica impossível não se afeiçoar a todos os demais coadjuvantes que aparecem. Acho que podemos apenas agradecer por ela não ter levado o Rony como já afirmou que queria fazer. Isso acho que seria demais.

NÃO SE ESQUEÇAM, ASSIM COMO NA PRIMEIRA PARTE, ESSE POST TEM MUITOS SPOILERS.

Dobby - Harry Potter e as Reliquias da Morte
Harry Potter é sem dúvida o campeão em mortes de personagens queridos. Começo aqui a segunda parte de nossa lista com Dobby, o elfo doméstico de Harry que é morto enquanto salvava aquele que ele jurou defender e proteger por livre e espontânea vontade. A morte dele até que está no contexto, ajuda o Harry a criar forças para lutar e a encontrar coragem para encarar o Voldemort mas, poxa, o pequeno elfo esteve conosco tanto tempo e ele era tão legal que o choque foi enorme! Muitas lágrimas rolaram nessa parte e no cinema então foi quase uma comoção generalizada. Tudo foi ainda mais chocante pois, até aquele momento, não tinhamos perdido ninguem além do Sirius que fosse relativamente importante e cativante. A cena é bastante rápida e super emocionante para todos os fãs da saga. Seja pelo motivo que for, Dobby não precisava morrer.


Bruno e Shmuel - O Menino do Pijama Listrado.
Tudo bem que no caso do Shmuel a morte estava praticamente certa e não matar o pesonagem seria o mesmo que desmentir a história e colocar um monte de alegoria e invencionice no que de fato acontecia na guerra.
Mas matar o Bruno também foi covardia. Para que? Dar ao leitor uma lição de moral maior ainda do que a história em si já tinha proporcionado? Sem contar que era quase impossível que tal situação acontecesse como foi descrita no livro. Já que era para inventar podia ter criado um final onde Shmuel é libertado pelo amigo e os dois fogem juntos. O livro é ótimo, mas quando os dois garotos morrem da vontade de picar ele em pedacinhos. rs

Catelyn Stark - A Tormenta de Espadas - Game of Thrones
A virtuosa e corajosa Senhora Stark tinha até este livro um papel fundamental na série. Após a morte o marido, ela era responsável pela manutenção do norte devido a sua simples presença ao lado do filho. Além disso, ela era tudo o que seu marido representava, a vontade de fazer o certo e o senso de justiça e honra elevado.
Sua morte ocorre no casamento vermelho e, apesar de estar dentro do contexto que é a erradicação dos starks, não precisava de forma alguma ter acontecido. As mulheres, dentro do mundo de Game of Thrones não mandam em nada, não têm o poder que tem um herdeiro. Outro ponto a ser levado em conta é que dificilmente assassinariam uma mulher nobre dessa maneira, ainda mais sem sofrerem consequencias. O filho tudo bem, mas ela seria presa e negociada em acordos politicos assim como queriam fazer com as filhas. Se foi cedo a Sra. Stark, mas pelo menos está em suspenso na história como uma espécie de zumbi.

Lupin e Tonks - Harry Potter e as Relíquias da Morte
Sinceramente nunca vou entender o que se passou na cabeça da J.K.Rowling quando ela matou aquele monte de pesrsonagens no último livro. Já deixamos nossa indgnação registrada na primeira parte desse post sobre a morte de Fred e agora vamos falar de outra morte completamente sem noção. Lupin foi como um tio para Harry e Tonks uma grande amiga das meninas e uma das personagens mais legais que apareceram em A Ordem da Fênix. Na batalha de Hogwarts ambos morrem e para desespero dos fãs não há um gancho ou um motivo par aisso além de tentar mostrar a crueldade do mal, os danos que a guerra e a maldade causam, ou seja, providenciar um amadurecimento e um senso de realidade para a história. Mas aqui vai o que acho J.K. se queria amadurecer e tornar a história menos in fatilizada, fizesse com que o Harry matasse Voldemort com mais do que uma porcaria de Expeliarmus.

Gavroche - Os Miseráveis - Último Volume
Gavroche é um personagem do célebre romance escrito por Victor Hugo, Os Miseráveis. O personagem aparece pouco na maior parte da história, ganhando força no final, principalmente no útlimo volume (caso acompanhe a versão dividida, pois há algumas em volume único). O garoto é jovem, uma criança a na verdade, mas está engajado na luta e na revolução assim como os mais velhos. Sua personalidade é cativante e o leitor logo de cara se afeiçoa a ele, o que torna sua morte ainda mais chocante. 
O desfecho ocorre quando Gav houve que as tropas estão ficando sem munição. Ele então vai para o outro lado da barricada e começa a recolher o que pode para ajudar. Logo em seguida ele é morto pelo exército, assim sem mais nem menos. Tudo bem que é guerra, crianças morrem, mas nmão precisa nos fazer torcer pelo moleque, nos dar um pouco de alegria após lermos umas mil páginas par alogo depois tirar isso. Explodisse uma escolha se queria provar a crueldade da guerra mas deixasse o pobre Gavroche em paz.

Boromir - As Duas Torres - O Senhor dos Anéis
Sabe quanto personagens protagonistas ou que possuem um papel importante e que fazem parte do lado do bem, morrem em O Senhor dos Anéis? Pois é, mas tolkien quis matar o Boromir, uma morte que muitos fãs consideram desnecessária. O único propósito para o qual podemos assossiar a morte dele é que o autor queria provar a força que o anel pode ter sobre as pessoas, indiferentemente de quem seja e que estas perdem a cabeça e se esquecem de tudo apenas para por as mãos nele. Mas naquele momento da história já sabíamos disso! Arargon, Gandalf, Os Reis elficos, ninguém resistia ao poder do anel sem precisar se dedicar demais para conseguir. Não precisava matar o Boromir para provar isso, pelo menos não precisava matá-lo tão cedo. No filme a morte dele tem um papel mais importante com a reação de seu pai e tudo o mais, mas nos livros, apesara de existir, essa reação não é um ponto central! Seja como for, sempre acherei que matar o Boromir foi desnecessário.

Hercule Poirot - Cai o Pano
Hoje, no mundo da moda passageira onde nada fica e tudo tem que mudar o tempo todo para agradar uma legião de consumidores que vão e voltam como ondas no mar, ninguém é capaz de imaginar um personagem que aparece em mais de 40 livros. Sim! Poirot, o famoso detetive criado por Agatha Christie apareceu em mais de 40 publicações. A autora escreveu sua morte bem antes do lançamento, e deixou o livro guardado para ser publicado de forma póstuma. O desfecho de um dos maiores detetives da literatura é de ser forma poético, com criadora e criatura se despedindo quasse juntos. Um final perfeito, mas que deixa saudades em muita gente que vem a conhecer os livros anos e anos depois e se sentem frustrados quando descobrem que Hércule Poirot nunca mais vai retornar.

Helen Burns - Jane Eyre
Helen é a melhor amiga de Jane Eyre e possivelmente aquela responsável por mudar sua vida e tirá-la da escuridão. A pobre Jayne foi abusada pelo mundo e por todos que nele habitam até que encontra Helen na Escola para Garotas Lowood. É a amiga quem a conforta quando ela é atacada e humilhada pelo cruel e sádico Sr. Brocklehurst e as duas têm várias discussões profundas e intimas sobre a vida após a morte, justamente um pouco antes de Helen morrer de tuberculose, com os braços em volta do pescoço de Jane. Uma das mortes mais tristes da literatura. Helen se foi muito cedo, muito cedo em diferentes maneiras.

Celeste - A Escolha - A Seleção
A reforma completa feita na Celeste, a construção da amizade dela com a America e mesmo assim ter morrido foi algo meio “mesmo quem tem uma segunda chance não está a salvo”. E isso teria sido algo muito bom na história se não tivesse acontecido na página 314 e a próxima menção à ela apenas na página 345 – de um livro de 347 páginas. Ninguém ligou pra morte dela. Ninguém sofreu. Ninguém lembrou. A própria America, quando lembra lá no final, é só um “poxa, queria que ela estivesse aqui”. Mudar completamente a Celeste da maneira como a Kiera fez, colocar aquela amizade toda, pra depois ninguém dar a menor bola pra morte da menina foi completamente sem propósito.

Jon Snow - Dança dos Dragões
Eu nunca havia visto uma comoção tão grande devido a morte de um personagem. Nossa lista se encerra com o que parece ser a morte mais absurda e contraditória da história da literatura. Se você acompanha Os livros, sabe que John Snow parecia ter um papel especial, como protagonista, desde o principio. Há inclusive uma teoria, muito forte e recheada de evidencias que aponta ele como um Targaryen e possívelmente o herói da história ao lado de Daenerys, então porque George R.R.Martin resolveu matá-lo? Mesmo que as teorias estivessem errada, ele ainda era um dos personagens mais importantes da série, simplesmente não faz sentido.
Os fãs dos livros estão esperando há muito tempo o sexto volume para finalmente descobrir o que aconteceu com John, se morreu mesmo e caso seja verdade, porque morreu. Agora a comoção ficou ainda maior após o término da 5° temporada da série da HBO, com muito gente revoltada. Ao menos na série sabemos que a espera termina em nove meses com a nova temporada. Resta saber quando o maldito do Martin vai soltar o sexto livro para finalmente descobrirmos o que se passou na muralha após o ataque a John Snow e quem afinal é ele, um bastardo qualquer ou o verdadeiro herdeiro Targaryen?

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