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Lançamentos de Março da Biblioteca Azul

O Progresso do Amor - Alice Munro
Em O progresso do amor, Alice Munro, vencedora do prêmio Nobel de Literatura de 2013, volta a oferecer aos seus leitores a simplicidade e a maestria que renderam o reconhecimento extraordinário à sua escrita.
Uma mulher divorciada que retorna para a casa de sua infância, onde ligações profundas se confrontam com a memória de seus pais. O cuidado dos adultos com as crianças e a fragilidade que permeia a relação com a verdade entre pais e filhos. Um jovem rapaz que, ao se lembrar de um aterrorizante incidente da infância, tem um embate com a responsabilidade que assumiu pelo seu desafortunado irmão caçula. Um homem leva a namorada a uma visita à sua ex-esposa, apenas para se sentir próximo novamente de sua parceira distante.
Nesses e em outros contos, Alice Munro prova mais uma vez ser uma sensível e apaixonada cronista de nosso tempo. A partir dos laços entre os sujeitos e das memórias desses laços ergue-se uma narrativa incisiva, de poética cortante, fazendo do livro uma coleção de retratos íntimos e labirínticos de vidas comuns que revelam muito sobre nós mesmos, sobre nossas escolhas e nossas experiências amorosas.

A Desumanização - Valter Hugo Mãe
A Biblioteca azul lança nova edição de A desumanização, de Valter Hugo Mãe. A obra traz prefácio de Leandro Karnal e projeto gráfico semelhante às novas edições de a máquina de fazer espanhóis, O filho de mil homens e o inédito Homens imprudentemente poéticos.
Na paisagem gélida da Islândia, a menina Halla, de apenas onze anos de idade, busca compreender os sentimentos que surgem com o falecimento de sua irmã Sigridur. Vivendo a divisão permanente das “crianças espelhos”, Halla nos guia por impressões de transitoriedade e perda a partir do seu ponto de vista infantil e, por isso mesmo, cheio de uma simplicidade profundamente poética.
O sofrimento do luto, a solidão e a violenta frieza da mãe se misturam com a paisagem inóspita da Terra do Gelo e, somados à narração lírica e melancólica de Valter Hugo Mãe, em que o desamparo dos personagens é superado por uma compreensão sublime e bela de sua condição, transformam esta obra em um primor da literatura contemporânea.

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