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Está Chegando a 22° Fest Comix

Evento de vendas de quadrinhos acontece neste mês de Junho em São Paulo.


O mês de Maio já está chegando ao fim e logo mais chegam as férias. Mas mais importante que as férias, é no meio do ano que tem dois dos eventos mais bacanas para quem gosta de quadrinhos, animês, mangás, Comics e afins. O Anime Friends e a Fest Comix.

Hoje vamos falar sobre a Fest Comix, que ocorre nos dias 17, 18 e 19 de Junho.
O tradicional evento ocorre desde 2001 na capital paulistana, muito antes do boom dos quadrinhos nos cinemas, e é organizado pela querida Comix Book Shop, loja especializada que fica ali pertinho da paulista, na alameda Jaú e é referencia na cidade quando to assunto é a nona arte.

A Fest Comix vem crescendo a cada ano, sendo que nesta edição irá ocupar o Espaço Imigrantes em uma área inicialmente programada para 5 mil metros quadrados. Não é pouco! Não sei se lá no começo o pessoal da Comix imaginava que o evento chegaria a essas proporções, mas tenho certeza que quem acompanha desde o comecinho como eu não imaginava.

O foco é mesmo a venda de quadrinhos, dando um espaço enorme para autores independentes, que acaba sendo o grande diferencial da feira, além é claro dos descontos ótimos que a loja proporciona, com coleções completas bem baratinhas e mangás com até 20% de desconto, ou mais, depende da edição.

Separamos abaixo alguns dos convidados deste ano que estarão presentes por lá, mas confira a lista completa aqui no site do evento. Confira!

Gustavo Duarte é cartunista e quadrinista, nascido em São Paulo em 1977.
Formado em Design Gráfico pela Universidade Estadual Paulista (Unesp – Bauru) em 1999.
Começou a sua carreira de cartunista e ilustrador publicando seus trabalhos no Diário de Bauru de 1997 a 1999. Em janeiro de 2000 voltou a São Paulo onde trabalhou como designer gráfico na Editora Abril. No mesmo ano começou a colaborar com o ilustrador e cartunista em várias publicações. Já publicou e publica em vários jornais e revistas como: Folha de São Paulo, Lance!, Veja, Forbes, Le Monde Diplomatique, Placar, Playboy, VIP, entre outras.
Trabalhou na W/Brasil como diretor de arte e ilustrador de 2005 a 2008. Desde 2009 tem trabalhado com histórias em quadrinhos como roteirista e desenhista. Além dos seus próprios livros, publica em revistas de editoras como Dark Horse, DC Comics e Marvel Comics.
Atualmente trabalha em uma nova série para a DC Comics com o personagem Bizarro, que começará a ser publicada em junho de 2015.

Ivan Reis nasceu em 1976 em São Bernardo do Campo (SP), e iniciou sua carreira profissional de artista nos Estúdios Mauricio de Sousa. Quando passou a procurar trabalhos fora do Brasil, deu seus primeiros passos na Dark Horse, com títulos como Ghost, The Mask e Time Cop, mas o que abriu as portas dos mercado americano para seu talento foi sua participação em Lady Death, da Chaos!.
Trabalhando rapidamente em algumas séries importantes da Marvel (e até na Vertigo, em uma edição de Os Invisíveis de Grant Morrison), assinou exclusividade com a DC Comics em 2004, onde permanece desde então. Ivan fez seu nome na editora, e hoje é um dos mais respeitados e aclamados desenhistas de super-heróis da DC, tendo em seu currículo projetos como Superman, Crise Infinita, Guerra dos Anéis, A Noite Mais densa, O Dia Mais Claro. No lançamento dos Novos 52, ele foi responsável pelo sucesso do título do Aquaman, com Joe Prado e Rod Reis. Logo em seguida, substituiu Jim Lee no título da Liga da Justiça e desenhou a primeira edição da minissérie Multiversity do Morrison.

Paulistano de 1962, Marcatti é reconhecido como o mais podre e alucinado quadrinhista que o Brasil se ressente de já ter visto. Contabiliza quase 40 anos de produção desde a publicação de sua primeira HQ em agosto de 1977 (revista “Papagaio” nº 1, independente).
Dono de uma pequena máquina offset adquirida em 1980, esparramou repugnância em 37 títulos (como “Lôdo”, “Mijo”, “Pântano”), somando mais de 1.200 páginas de HQs pouco recomendáveis.
Apesar disso, recebeu em 1988 o troféu “Jayme Cortez” (AQC-ESP) em reconhecimento ao seu apoio aos quadrinhos nacionais. Nos anos de 1980, infectou revistas como Chiclete com Banana, Circo, Mil Perigos e Monga com seu trabalho.
Também denegriu editoras como a Escala (“Frauzio”: 6 números, 200 mil exemplares, distribuição nacional em bancas), Opera Graphica, Devir e Conrad. Por essa última, publicou em 2005 “Mariposa”, livro que lhe rendeu o prêmio de “Ângelo Agostini de Melhor Roteirista” (AQC-ESP).
Em 2012, (ano em que foi homenageado como Grande Mestre pelo “Troféu HQMix”) adquiriu uma sexagenária impressora offset com o propósito de disponibilizar toda sua produção de quase quatro décadas e continuar no repulsivo propósito de fazer o que não se deve.

Além dos convidados que roubam a cena, ainda teremos várias atrações para entreter os visitantes enquanto fazem aquela pausa entre as compras. Fique por dentro de tudo clicando aqui e visitando o site da Comix.

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