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Escrever Pensando Se Pode Virar Filme? Funciona?

(Foto: Divulgação/Cia das Letras)Segundo o escritor Marçal Aquino essa é a fórmula do sucesso para os escritores brasileiros que ainda sonham em ganhar a vida com seu talento, conforme reportagem do portal G1.
Até entendo o ponto de vista do autor, afinal todo mundo quer ganhar a vida e todo mundo quer dinheiro e viver bem, principalmente aqueles que produzem algo de valor querem que suas obras sejam valorizadas de acordo, mas fica um tanto quanto difícil disso acontecer em um país onde se lê em média apenas 4 livros por ano. E essa realidade não tem previsão de mudar no curto prazo.
Mesmo assim, soa muito estranho e frio a afirmação do autor. Todos os amantes da leitura tem a sensação de que um bom livro, ou uma boa música, tem muito
mais do que o simples apelo cultural e emocional ou ainda uma técnica perfeita. Uma boa obra marca, retrata, ensina e emociona a pessoa que dela usufrui. Será que não é isso que falta ao brasileiro? Porque um povo tão alegre, que vive tantas emoções conflitantes em sua vida como nação e até mesmo no individual de cada um, não consegue produzir muitas obras que cativam e conquistam as pessoas? O brasileiro não lê, isso o mundo toda sabe, mas já vi muitos livros nacionais fazerem sucesso e conseguirem boa infiltração no mercado nacional, mas são pouquíssimos casos.

Isso leva a seguinte pergunta: Será que atitudes como essa, ou até mesmo a vontade de nossos escritores de comercializarem a escrita antes de escrever a história, não contribui para a falta de incentivo do governo e do ensino para com a leitura? Afinal o governo proibiu o rock um dia, mas era tão bom que pegou mesmo assim, porque não ocorre o mesmo com livros?

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