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Noticias - Nicholas Sparks Dá Dicas para Virar um Best-Seller

Se você não conhece ou nunca ouviu falar em Nicholas Sparks posso garantir que somente não se recorda do nome. 

Mesmo que não seja do seu gosto de leitura os livros romanticos, com certeza já ouviu falar de pelo menos um destes títulos: "Uma carta de amor", "Noites de tormenta", "Um amor para recordar", "Querido John", "Um homem de sorte", "A última música", "Um porto seguro" e "Noites de tormenta". Todos são livros do autor que foram adaptados para o cinema e vêm mais um a caminho, "Uma longa jornada" já teve seus direitos negociados e está em processo de adaptação para o cinema.

Durante a Bienal do Livro no Rio de Janeiro, o autor concedeu entrevista ao portal G1 e deu dicas de como se tornar um sucesso e, ao contrário da maioria, fez questão de misturar negócios com livros, algo raro entre os autores atuais. Veja um trecho da entrevista abaixo. Para ver a matéria completa, clique na foto do autor.

Foto: Nina Subin


G1 – No seu site, você diz que começou a escrever histórias de amor porque era um ramo ‘sem competição’. Estava fazendo uma piada ou falava sério?
Nicholas Sparks –
 Não era piada. O que você tem de fazer se quiser se tornar um best-selleré preencher um nicho. E o melhor jeito de fazer isso é ser original, dar algo que ninguém esteja escrevendo. Por exemplo, se tivesse começado com romances de terror, teria de competir com Stephen King, Dean Koontz, Anne Rice [autora de “Entrevista com o vampiro”], Clive Barker [autor de “Hellraiser”], John Saul... Ninguém me daria chance. Há muita oferta nesse segmento. Então, eu pensei: “Bem, ok, vou escrever neste gênero [histórias e amor]. E, se eu fizer bem, consigo alguns leitores”.
G1 – Também no seu site, você recomenda a fãs livros de outros autores. Se tivesse de escolher um brasileiro, quem seria?
Nicholas Sparks –
 Para americanos? Paulo Coelho [pronuncia algo como ‘Paulo Coelo’]. Ele é um escritor com o qual alguns americanos estão familiarizados. O problema é que muitos dos autores brasileiros não são traduzidos para o inglês.
G1 – Você continuaria escrevendo mesmo se não tivesse se tornado best-seller?
Nicholas Sparks –
 Eu não sei. Eu teria me aposentado (risos).
G1 – Sério: o que você faria se não fosse escritor?
Nicholas Sparks –
 Poderia ser produtor de filmes – e eu já faço isso. Poderia trabalhar na Broadway – o que estou fazendo. Poderia me envolver mais com a TV do que já estou envolvido. Ou me dedicar mais à caridade. Poderia passar mais tempo fazendo tudo isso, ou passar mais tempo com a família. 

O autor é um mito em seu ramo de escrita e produziu livros que continuaram em evidencia por muitos e muitos anos. Vale a pena ver a entrevista completa, para isso clique aqui.




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