ADs

Lançamentos de Abril da Globo Livros

Destaque deste mês fica por conta da versão juvenil de 1889.

1889 – Edição Juvenil Ilustrada
Laurentino Gomes
Sinopse:
1889, de Laurentino Gomes, ganha edição juvenil ilustrada Nova versão do best-seller que conta os bastidores da Proclamação da República e já vendeu 300 mil exemplares é destinada a estudantes e leitores adolescentes O livro 1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil, de autoria do jornalista e escritor paranaense Laurentino Gomes, acaba de ganhar uma nova edição voltada para o público jovem. O texto de 1889 – Edição juvenil ilustrada foi adaptado da versão original por Luiz Antonio Aguiar, escritor carioca especializado em linguagem para estudantes adolescentes, e ricamente ilustrado pela artista plástica gaúcha Rita Brugger. Lançada na Bienal Internacional do Rio de Janeiro em setembro de 2013, a edição original de 1889, para leitores adultos, vendeu cerca de 300 mil exemplares em apenas seis meses, repetindo o sucesso dos dois livros anteriores do autor – 1808, sobre a fuga da corte de D. João para o Brasil, e 1822, sobre a Independência do país. A trilogia, que trata das datas mais importantes da construção do Estado brasileiro no Século 19, já atingiu mais de dois milhões de exemplares de vendas no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos, e permanece há sete anos na lista dos maiores best-sellers do mercado editorial brasileiro. A nova edição juvenil ilustrada tem o objetivo de tornar ainda mais acessível para os jovens a compreensão de um dos períodos mais controversos da história do país. É um relato cativante que explica não só os acontecimentos que levaram à queda da monarquia, em 1889, mas também outros episódios importantes da história brasileira, como a Guerra do Paraguai e o movimento abolicionista. “A edição juvenil nasceu de uma demanda de pais e professores”, explica Laurentino Gomes. “O adolescente ou o estudante que ler esta versão conseguirá entender os personagens e acontecimentos da Proclamação da República tanto quanto o leitor da edição adulta, só que de uma forma mais condensada, mais visual e mais lúdica, sem perder a substância do conteúdo”, acrescenta. No livro, que começa no lançamento do Manifesto Republicano de 1870 e vai até a posse do presidente Campos Salles, em 1898, Laurentino Gomes desmistifica o papel desempenhado por alguns dos principais nomes relacionados à mudança de regime político. Um exemplo é o do marechal Deodoro da Fonseca, um militar idoso e enfermo que, na manhã da Proclamação da República, se encontrava tão esgotado quanto o próprio imperador dom Pedro II. Segundo o autor, até as vésperas do golpe republicano, o marechal era monarquista e agiu movido mais pelo ressentimento contra o governo imperial do que por qualquer convicção ideológica. Por isso, relutou até onde pôde a promover a troca do regime, como exigiam as lideranças civis e os militares liderados pelo professor e tenente-coronel Benjamin Constant. Ao contrário do que reza a história oficial, o marechal em momento algum proclamou a República ao longo daquele dia 15 de novembro. 1889 foi resultado de três anos de pesquisas, nos quais o autor leu e consultou cerca de 150 outras obras de referência sobre o tema. Nesse período, morou um ano no campus da Pennnsylvia State University, conhecida como Penn State, situada na cidade de University Park, nos Estados Unidos. Durante sua temporada americana, visitou a famosa Biblioteca Oliveira Lima, centro de estudos brasileiros situado na Universidade Católica da América (CUA), em Washington, onde estão guardados mais de 40.000 documentos relacionados ao Império e aos primeiros anos da República. Também frequentou a Biblioteca do Congresso, na capital americana. Por fim, o autor visitou no Brasil os locais mais importantes dos acontecimentos relacionados à queda da Monarquia e à implantação do regime republicano, como os lugares frequentados pela corte de Pedro II no Rio de Janeiro e na cidade imperial de Petrópolis, na Serra Fluminense.


A Sessão Nazista: A Curiosa História do Vidente Judeu no Círculo de Hitler 
Arthur J. Magida
Sinopse:
O oráculo dos nazistas Biografia decifra o controvertido personagem histórico Erik Jan Hanussen, judeu que foi vidente, patrocinador, credor e vítima do círculo próximo de Hitler Ele era uma celebridade: Erik Jan Hanussen magnetizava plateias com exibições de seus poderes mentais: lia pensamentos, fazia adivinhações, hipnotizava espectadores, previa o futuro. Lançava profecias em seu próprio jornal e dava consultas particulares para gente poderosa. Dizia coisas nas quais as pessoas acreditavam – porque queriam e precisavam acreditar em alguma coisa na Alemanha que ressurgia das cinzas da Primeira Guerra Mundial. E ele também era uma fraude: Hanussen não passava do pseudônimo de Hermann Steinschneider, artista circense judeu com talento para inventar mentiras e, sem escrúpulos, conviver com aquelas que mais lhe rendessem vantagens. Um mestre na arte de iludir os outros – e a si mesmo – que ocultou sua origem para travar relações com o então ascendente movimento nazista, patrocinou as tropas de assalto de Hitler, a temível SA, e fez de seu jornal um veículo de propaganda para o Führer. A envolvente narrativa de A sessão nazista resgata a trajetória desse polêmico personagem histórico. Amparado em ampla pesquisa, que incluiu entrevistas com a filha nonagenária de Hanussen e com mágicos e ilusionistas da atualidade, o autor Arthur J. Magida apresenta uma consistente reconstituição da vida do mentalista, cujas desventuras já haviam servido de base para as produções cinematográficas Hanussen (1988), do diretor István Szabó, exibido na Mostra Internacional de São Paulo de 2011, e Invencível (2001), de Werner Herzog. O livro se concentra principalmente nos acontecimentos do início da década de 1930, no curto período em que Hanussen se torna amigo (e credor das imensas dívidas) de uma estrela nazista em ascensão, o conde Wolf-Heinrich von Helldorf, antissemita radical que viria a ser chefe da truculenta SA, e circula pela cúpula do Partido Nacional-Socialista, chegando a fazer sessões particulares de vidência para o próprio Hitler. O trânsito livre entre os virtuais donos do poder na Alemanha infla a já enorme autoconfiança de Hanussen, levando o chamado "maior oráculo da Europa desde Nostradamus" a um destino que ele mesmo se mostra incapaz de prever. O autor Arthur J. Magida nasceu em Nova York. É professor de jornalismo na Georgetown University e escritor-residente na University of Baltimore. Ganhador de várias premiações nas áreas de jornalismo e ciências humanas (incluindo o prêmio Simon Rockower, concedido pela American Jewish Press Association), tem cinco livros publicados nos Estados Unidos, entre os quais Prophet of Rage, biografia do ativista muçulmano negro Louis Farrakhan. Vive em Baltimore, Maryland.


O Livro das Religiões 
Vários
Sinopse:
Todas as faces da fé Globo Livros lança O livro das religiões, novo título da coleção best-seller As grandes ideias de todos os tempos O materialismo nunca esteve tão presente na sociedade quanto nos dias atuais. Ainda assim, mais de três quartos da população mundial se reconhece como seguidor de algum tipo de credo religioso. Desde tempos imemoriais, a religião tem se mostrado um elemento tão indissociável e necessário da experiência humana quanto a linguagem, exercendo o importante papel de ajudar o ser humano a organizar a vida, a compreender seu lugar no mundo e a buscar significado e propósito para a existência. Mas como surgiu o fenômeno da religião? O que explica sua onipresença geográfica e cultural desde a Pré-História? Quais as bases comuns de todos os credos? Quais as diferenças irreconciliáveis entre eles? Como se ramificaram e se estabeleceram como grandes sistemas espirituais, filosóficos e morais de alcance mundial? O que fizeram para dar resposta às mudanças sociais e aos avanços científicos ao longo dos séculos? O tema suscita um volume de questionamentos tão grande quanto o número de denominações religiosas criadas pelo homem. Muitas respostas para essas tantas perguntas estão contidas em O livro das religiões, publicado no Brasil pela Globo Livros. O título faz parte da coleção As grandes ideias de todos os tempos, série de obras de referência que vem se destacando nas listas dos livros de não ficção mais vendidos no país. A coleção temática – que inclui O livro da filosofia, O livro da psicologia, O livro da economia e O livro da política – se caracteriza pelo projeto gráfico arrojado e por uma organização editorial que privilegia a transversalidade na abordagem de cada assunto. Para o caso específico de O livro das religiões, foi arregimentada uma equipe multidisciplinar de autores, que incluiu especialistas em filosofia, mitologia, folclore, estudos bíblicos e religiões abraâmicas. "Todo homem tem necessidade de deuses." A frase de Homero, a primeira entre as dezenas de citações apresentadas como comentários a cada texto, em certo sentido prenuncia a multiplicidade de fontes pesquisadas para todo o livro, cujos conteúdos incluem estudos sobre ancestrais fábulas africanas, xamãs, sacerdotes indígenas, indo de Zoroastro e Confúcio a Moisés Maimônides, Tomás de Aquino, Lutero, Rumi, Haile Selassie, Ghandi e Dalai Lama, entre muitas outras referências, sem contar, obviamente, os livros sagrados de cada credo. Em ordem cronológica, a obra trata desde as crenças primitivas surgidas na Pré-História até as religiões modernas que se disseminaram a partir do século XV – passando pela descrição minuciosa das crenças milenares e clássicas, do hinduísmo, do budismo, do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. Além de um glossário de termos religiosos, o livro contempla um útil "diretório", um apêndice com informações básicas sobre as maiores religiões do mundo moderno (inclusive com número de seguidores) e um olhar mais aprofundado acerca das numerosas ramificações hinduístas, budistas, judaicas, cristãs e islâmicas.

Ler é Mais

Lorem ipsun