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Finlândia, país homenageado na Feira do Livro de Frankfurt, mostra a sua cara.


Por Leonardo Neto, PublishNews

Pavilhão da Finlândia em Frankfurt
Juergen Boos, director da Feira do Livro de Frankfurt, em encontro com jornalistas na manhã da última terça-feira (07), comentou que a indústria do livro é constantemente testemunha de novas crises ao redor do mundo. “Ao mesmo tempo, temos trilhados caminhos bem-sucedidos no sentido de assegurar as estruturas existentes. Ao que parece, as partes em conflito não estão dispostas ou incapazes de considerar o ponto de vista do outro. Mas agora é exatamente o momento para assumir uma nova postura flexível, de abertura ao outro, respeitando a diversidade de opiniões”, completou. A clara referência à interminável briga entre Amazon e algumas editoras (incluindo a Bonnier, que tem presença forte no território alemão) devem dar o tom do evento que teve a sua abertura oficial na noite de ontem.

>A briga que se promete para os próximos dias se contrapõe ao lema da presença finlandesa – a Finlândia é o país homenageado nesta edição. O país, representado ontem na cerimônia de abertura pelo seu presidente e pela escritora Solfie Oksanen, quer mostrar o seu lado cool. O pavilhão – ano passado multicolorido pelo Brasil – ganhou contornos minimalistas e monocromáticos.

Em seu discurso – aplaudido de forma efusiva – Solfie – a escritora contemporânea da Finlândia de maior repercussão internacional – fez um retrospecto histórico de seu país, desde a sua independência em 1917 até a conquista dos melhores índices educacionais do mundo. “Às vezes me perguntam por que não escrevo em inglês. Eu escrevo em finlandês porque é a minha língua mãe e agradeço aos tradutores por não permitirem que isso se torne um obstáculo na conquista de leitores ao redor do mundo”, comentou. “Só uma linguagem livre pode voar”, finalizou o seu discurso.

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